quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Jornal do Brasil - Sociedade Aberta - Adolescência: o cabo de guerra com as drogas

Jornal do Brasil - Sociedade Aberta - Adolescência: o cabo de guerra com as drogas

Shared via AddThis

O Anfiteatro de Anatomia de Leiden e a consolidação de uma ciência da vida e de uma anatomia política do corpo

O anfiteatro de anatomia de Leiden, representado pela gravura de W. Swanenburg (1610), é o cenário no qual ocorrerá uma das mais fundamentais rupturas epistemológicas localizadas a partir da passagem do século XVI para o século XVII: a ascensão de um conhecimento científico sobre a vida destituído das formas da semelhança que dominaram o Renascimento e a abertura de uma crise na estruturação do saber ocidental, que culminará no recuo de uma metafísica da vida centrada em Deus. Sua arquitetura é a do teatro no qual se espalham e se misturam a vida e a morte. No centro, encontramos um visitante que, com gesto teatral ergue um lençol e desvela, para o espectador, a tábua de dissecação onde o anatomista exercerá, a partir de então, seu ofício. Sobre a mesa, jaz um corpo sem vida, aberto e trabalhado – indicando o ponto de partida de uma modificação nas formas da visibilidade, que se consolidará definitivamente a partir do século XIX e possibilitará esclarecer a ligação entre o homem e a finitude: percebida a partir da morte, a vida se torna legível, aberta à dissecção soberana da linguagem e do olhar (Foucault, 1998).
Na platéia, a presença viva de homens e mulheres misturam-se à esqueletos de animais e de gente, espalhados pelos degraus e em círculos concêntricos em torno do cadáver. Dos esqueletos pendem, ainda, bandeiras onde se inscrevem sentenças bíblicas sobre a precariedade da vida, escritas em latim - hommo bulla, vita brevis, nascentes morimur - prenunciando a ligação entre a universalidade da linguagem e a precariedade do indivíduo.
Um detalhe chama a atenção do espectador: no centro da gravura encontra-se a árvore da ciência cercada por dois esqueletos – possivelmente representando Adão e Eva e, através deles, o anúncio de uma finitude que se abrirá para a experiência humana, a partir do século XIX (Cavaillés, 1991). É neste sentido que o grande anfiteatro é o marco de uma crise ontológica profunda na história do pensamento que culminará no recuo da metafísica e na elaboração científica sobre a infinitude do universo, e das leis da mecânica e da dinâmica para explicação da natureza. De fato, com tais formulações a noção de um centro, um ponto fixo exterior ao pensamento, a partir do qual se ordenaria o mundo é posta em questão. E com esta, também é posta em questão a própria possibilidade de um ponto fixo ancorar todo o conhecimento verdadeiro e a moral.
No campo epistêmico, as figuras da semelhança, típicas do Renascimento – analogia, simpatia, antipatia, similaridade – recuam e dão lugar ao mecanicismo da ciência moderna. É nesse contexto mecanicista, que a mesa de dissecação, ao centro do Anfiteatro de Leiden, assume o papel central de representar o momento em que a vida ganha o estatuto de objeto de investigação científica, submetido às exigências do símbolo matemático, na mesma medida em que a natureza se submete ao matematismo da física moderna. A fórmula cartesiana do cogito – “penso, logo sou” – que fundamenta o racionalismo científico e escreve a definição do sujeito da ciência, a partir do século XVII, é o outro lado da moeda mecanicista: esvaziamento da natureza com relação às figuras da semelhança, conversão do próprio corpo em objeto exterior ao pensamento, tal como os corpos celestes, lado a lado a ascensão da razão matemática como fundamento dessa nova modalidade de conhecimento, que é a ciência moderna, e que se atualizará como física-matemática (ciência dos corpos celestes), química (ciência da natureza) e fisiologia (ciência da vida). É neste sentido que para os estudantes de Leiden, e para Descartes que freqüentava o Anfiteatro, a doença, a monstruosidade e a própria morte deixam de ser signos da maldição e se convertem em elementos da finitude, formas de funcionamento do corpo.
Se entre os séculos XVII e XVIII, a finitude era a negação do infinito, a partir do século XIX, a finitude passa a ter a potência do positivo sem referência a uma metafísica do infinito na forma de uma instância exterior e reguladora do pensamento. Em sua fase arqueológica, Foucault (1977) se refere diretamente ao ponto em que recua a metafísica e analisa que a cultura só pôde pensar o homem a partir do momento em que ela pôde pensar a finitude a partir de si própria:

“(...) quando os conteúdos empíricos foram desligados da representação e envolveram em si mesmos o princípio de sua existência, então a metafísica do infinito tornou-se inútil; (....)o pensamento moderno se contestará nos seus próprios arranjos metafísicos e mostrará que as reflexões sobre a vida, o trabalho e a linguagem, na medida em que valem como analíticas da finitude, manifestam o fim da metafísica”

Sendo assim, a constituição das ciências humanas, ao longo do século XIX, representa o momento de consolidação do ser do homem pela finitude e, consequentemente, como objeto de saber (Foucault, 1977). No quadro da analítica da finitude, o paradigma biológico (e não a metafísica), estará muito próximo desta disposição antropológica, desta “miséria positiva” (Foucault, 1977) que fundamenta o conjunto das ciências humanas: existência humana no interior do organismo,

“(...) na concha de sua cabeça, na armadura de seus membros e em meio a toda a nervura de sua fisiologia (...)ao nível dos diferentes saberes, a finitude é sempre designada a partir do homem concreto e das formas empíricas que se podem atribuir à sua existência, ao nível arqueológico, que descobre o a priori histórico e geral de cada um dois saberes, o homem moderno (...) só é possível à título de figura da finitude.”

Extração do objeto a e constituição da realidade.

Extração do objeto a e constituição da realidade psíquica: pontuações clínicas sobre a psicose.

“Quando fazemos diagnóstico em psicanálise, o que afinal fazemos? Como tratar o sintoma na psicanálise?”
Essa pergunta fora colocada por Jacques-Alain Miller em Comentario del Seminário Inexistente (1992), no qual definira com precisão o recuo, no ensino de Lacan, do Nome-do-Pai como metáfora e a ascensão da teoria do objeto a. Além disso, definira também as coordenadas da clínica analítica a partir deste vetor conceitual. Trata-se de determinar o modo como um sujeito defende-se (ou não) do real por meio do simbólico, de determinar as possíveis invenções que possibilitem a um sujeito evitar os maus encontros com o real.
Essa orientação clínica no sentido de isolar o sujeito como resposta do real, não ignora a originalidade da tese que Freud (1924) elaborara em “A Perda da Realidade na Neurose e na Psicose” a respeito da constituição do campo da realidade na neurose e na psicose. Trata-se de uma tese referente ao diagnóstico diferencial entre neurose e psicose e que opera uma ruptura epistemológica com a psiquiatria clássica cujo eixo para a distinção era o déficit de realidade na psicose (e não sua constituição). Nesse artigo, Freud define os dois tempos de constituição da realidade para a neurose: no primeiro tempo, o sujeito tende a evitar o real; no segundo tempo, ele decide pelo recalcamento. Freud aplica esses dois tempos à psicose localizando, nesta, uma falha na operação de evitar o real. À essa falha do primeiro tempo, Lacan acrescentará um segundo tempo específico para a psicose: a foraclusão e o retorno no real. A partir do seminário 10, o objeto a será a notação que escreve o tratamento da pulsão pela palavra, do real pelo simbólico, do gozo pelo significante para cada ser falante. Na neurose, o recalcamento é correlato a sua extração e, conseqüentemente, constitui a realidade pelo desinvestimento da pulsão; na psicose, a foraclusão é correlata à falha de sua extração e a invasão do campo da realidade pela pulsão sob a forma do objeto invasor, imperativo, vingativo.
Então, qual é a relação entre o mecanismo de extração do objeto a (seio, fezes, falo, voz e olhar) e a constituição da realidade? E em que sentido tal mecanismo pode ser elucidativo para o diagnóstico e a direção de tratamento na psicose?
“O campo da realidade se sustenta unicamente pela extração do objeto a”. (Lacan, APUD Miller, J. A.). Portanto, o campo da realidade se constitui através dessa distância que a extração proporciona; senão tudo fica aglutinado, o sujeito não mortificado emerge desta distância. A distância do objeto como real é que proporciona o enquadramento da realidade.
Para Freud a psicose se apresenta na perda da realidade, já em Lacan esta questão é mais um problema de constituição da realidade. Jacques Alain Miller25 nos elucida que, para este último, é a extração do objeto a que garante uma moldura para o sujeito, algo que o delimita e o torna criador e criatura, e não somente criatura, objeto-dejeto encontrado em diversos relatos clínicos acerca de pacientes psicóticos. É essa extração que gera o campo da realidade, melhor dizendo, que “sustenta” esse campo (como dito anteriormente); é a não presença do objeto a que permite ao sujeito neurótico colocá-lo no Outro.
O sujeito, pela extração mesma deste objeto, fica sempre faltando, ele falta-a-ser, sempre desejoso desta relação intrincada e extenuante, que é a tentativa de ser completo com o Outro. Mas, apesar de cansativa e as vezes até frustrante, ela mesma faz parte de um sujeito divido enquanto tal e sempre demandante de tal operação; que não chega a ser mortificadora como a experiência psicótica.
Do raciocínio acima podemos nos lembrar da melancolia e sua falta de desejo; o suicídio melancólico como sendo essa identificação com o buraco que está no Outro, e logo se dá essa passagem ao ato que não deixa sujeito, não deixa nada, realmente, para ser interpretado. Cessa-se a cadeia significante.
Não há i(a) sustentado pela função fálica da castração, ou seja, há uma perda do objeto, objeto com o qual há uma identificação (o psicótico é o objeto, é a merda, p. ex.) e no caso da melancolia essa mortal identificação com essa falta que habita o Outro; portanto não resta nada a não ser, se manifestar como esse Nada em si mesmo, se tornando ausência.
Devemos nos lembrar da lição de Lacan26, no Seminário 1, sobre a Verwerfung, a “rejeição”, e sua conseqüência para o sujeito. É aqui nesta rejeição do plano genital que este surge como alucinação. Em outras palavras, a não-extração do objeto a emerge com este excesso de vozes e olhares, como podemos observar no Homem dos Lobos.
“De repente, a janela abriu-se sozinha e fiquei aterrorizado ao ver que alguns lobos brancos estavam sentados na grande nogueira em frente da janela. Havia seis ou sete deles. Os lobos eram muito brancos e pareciam-se mais com raposas ou cães pastores, pois tinham caudas grandes, como raposas, e orelhas empinadas, como cães quando prestam atenção a algo. Com grande terror, evidentemente de ser comido pelos lobos, gritei e acordei”27. [Freud, S. 1918].
É na alucinação psicótica que vamos nos deparar com a emergência, no real, desse plano genital. “É a falta do NP neste lugar que, pelo furo que abre no significado, dá inicio à cascata de remanejamento do significante de onde provem o desastre crescente do imaginário”28. [Lacan, J. APUD Bogochvol, A. 2008]
____________________
26 LACAN, J. Introdução e reposta a uma exposição de Jean Hyppolite sobre a Verneinung de Freud. In: Os Escritos Técnicos de Freud. Seminário 1. São Paulo: Jorge Zahar Editor. 1995.
27 FREUD, S. História de uma Neurose Infantil (O Homem dos Lobos). In: Edição Standard Brasileira das Obras Completas de Sigmund Freud. Volume XVII. 1ed. Rio de Janeiro: Imago. 1969.
28 BOGOCHVOL, A. A melancolia e os objetos a. Opção Lacaniana n°51. Abril 2008.

Não há Bejahung, realização do plano genital, e isto emerge através da alucinação; não há simbolização.
“(...) o que não é reconhecido faz irrupção na consciência sob a forma de visto”. (Lacan, 1954).
Aqui recorremos ao caso do Homem dos Lobos, mais uma vez, e ao fato de que ele diante do real aterrorizante de ter seu dedinho preso ao corpo só pela pele, e ainda assim nem se quer se reportar à sua Nanya, nos faz inferir que não existe mais este Outro.

Carlos Emmanuel.

Transcrições de textos freudianos que se reportam ao uso de substâncias psicoativas.

Três transcrições importantes:

1)Carta 55 a Fliess
“O que determina o surgimento de uma psicose (...) é o fato de o abuso sexual ocorrer antes do fim do primeiro estádio intelectual (...). Foi assim que cheguei a essa outra visão. Um de meus pacientes histéricos... levou sua irmã mais velha a uma psicose histérica, que terminou num estado de completa confusão. Agora averigüei qual foi o sedutor dele, um homem de grande capacidade intelectual que, no entanto, tinha tido ataques da mais grave dipsomania a partir dos seus cinqüenta anos. Esses ataques começavam regularmente ou com diarréia ou com catarro e rouquidão (o sistema sexual oral!) – isto é, com a reprodução de suas experiências passivas. (...) A dipsomania surgiu através da intensificação – ou melhor, através da substituição de um determinado impulso pelo impulso sexual correlato. (Provavelmente o mesmo se aplica à mania de jogatina do velho F.)”. (Freud, S. 11 de janeiro de 1897).

2)Carta 79 a Fliess
“Comecei a compreender que a masturbação é o grande hábito, o ‘vício primário’, e que é somente como sucedâneo e substituto dela que outros vícios – álcool, morfina, tabaco, etc. – adquirem existência”. (Freud, S. 22 de dezembro de 1897).

3)A Sexualidade na Etiologia das Neuroses
“Quebrar no paciente o hábito da masturbação é apenas uma das novas tarefas terapêuticas impostas ao medico que leva em conta a etiologia sexual dessa neurose; e parece que precisamente essa tarefa, como a cura de qualquer outro vício, pode ser efetuada em uma instituição sob supervisão médica. (...) a necessidade sexual, uma vez que tenha sido despertada e satisfeita por um longo período, não pode mais ser silenciada; pode apenas ser deslocada por outro caminho. Aliás, o mesmo se aplica a todos os tratamentos para quebrar um vício. Seu sucesso será apenas aparente, na medida em que o médico se contentar em privar seus pacientes da substância narcótica, sem se importar com a fonte da qual brotava sua necessidade imperativa. O ‘habito’ é um mero arranjo de palavras, sem nenhum valor explicativo. Nem todos que têm oportunidade de tomar morfina, cocaína, hidrato de cloral, e assim por diante, por algum tempo, adquirem dessa forma ‘um vício’. Uma pesquisa mais minuciosa mostra usualmente que esses narcóticos pretendem servir – direta ou indiretamente – como substitutivo para uma falta de satisfação sexual (...)”. (Freud, S. 1898).

Carlos Emmanuel.

1918: direção de tratamento em psicanalise, algumas transcrições.


Freud traça um raciocínio acerca da direção de tratamento psicanalítico no tocante a manutenção de uma privação no paciente de forma o tratamento seja bem sucedido.
“Lembrar-se-ão os senhores de que foi uma frustração que tornou o paciente doente, e que seus sintomas servem-lhe de satisfações substitutivas. (...) Cruel como possa parecer, devemos cuidar para que o sofrimento do paciente, (...) não acabe prematuramente. Se devido ao fato de que os sintomas foram afastados e perderam o seu valor, seu sofrimento se atenua, devemos restabelecê-lo alhures, sob a forma de alguma privação apreciável; de outro modo, corremos o perigo de jamais conseguir senão melhoras insignificantes e transitórias”. (Freud, S. 1918).
Tecendo uma critica a Escola Suíça, Freud (1918), vai colocar que tentar fazer do paciente uma cópia do médico é um erro grosseiro e que a Psicanálise não coaduna com tal postura. O paciente não deve ser uma copia dos ideais do médico, mas sim ser livre neste aspecto para possuir seus próprios ideais e filosofias de vida.
“(...) um tipo bastante diferente de atividade torna-se necessário pela apreciação gradativamente crescente de que as várias formas de doenças tratadas por nós não podem ser manipuladas mediante a mesma técnica”.
Daí segue o exemplo dos novos tipos de sintomas: os atos obsessivos e a agorafobia.
Existem dois tipos de agorafobia citados por Freud: o caso brando e o caso grave. “Os pacientes que pertencem ao primeiro tipo sofrem de ansiedade quando vão sozinhos à rua, mas não desistiram ainda de sair desacompanhados por causa disso; os outros protegem-se da ansiedade deixando completamente de sair sozinhos. Com estes últimos, só se obtém êxito quando se consegue induzi-los, por influencia da analise, a comportarem-se como os pacientes fóbicos do primeiro tipo (...). Começa-se, portanto, por moderar a fobia; e apenas quando isso foi conseguido por exigência do médico é que permitem resolver a fobia”.
Com relação aos atos obsessivos graves “uma atitude de espera passiva parece ainda menos indicada. Na verdade, de um modo geral esses casos tendem a um processo ‘assintótico’ de recuperação, a um protraimento interminável do tratamento. (...) Julgo existirem poucas dúvidas de que a técnica correta, aqui, só pode consistir em esperar até que o tratamento em si se torne uma compulsão, e então, com essa contracompulsão, suprimir forçosamente a compulsão da doença”.  
Fica a questão da direção de tratamento em psicanálise, que neste texto de 1918, As Linhas de Progresso..., se torna tão contundente. Esta forma de tratamento não se coaduna a certas espctativas do Estado Alemão, da época, em ter seus "neuróticos de guerra" prontos para outra, falando de forma bem simples. Não se pode devolver para o Estado de maneira tão simples e direta alguém que foi destruido por um experiencia tão catrastrófica quanto a Grande Guerra.
Freud neste texto não se preocupa só com os ditos "novos sintomas" de época como as fobias e as neuroses obsessivas, ele para além de salientar o problema de saúde pública que elas convocam, Freud, ressalta sua preocupação para com "os pobres" e uma certa miséria neurótica. Há de se tomar em conta a necessidade de instituições de carater gratuito para atender esta camada da população que também adoece e de forma crescente. Isto ele aponta em 1918! E ainda, mesmo que sejam necessarias mudanças nas tecnicas aplicadas esta pratica será psicanalise desde que seus "elementos" sejam "aqueles tomados à psicanalise estrita e não tendenciosa".
                                                                                                                                          Carlos Emmanuel

OS INCLASSIFICÁVEIS DA CLÍNICA PSICANALÍTICA: CASOS QUE FOGEM À CLÍNICA DIFERENCIAL NEUROSE x PSICOSE.

INÍCIO: 19 DE OUTUBRO DE 2009.
HORÁRIO: 18:00HS
LOCAL: AVENIDA PADRE ELIAS GORAYEB, 15, SALA 207. TIJUCA. PÓXIMO AO METRÔ DA PRAÇA SAENS PENA.
INSCRIÇÃO: COM FLÁVIA PELO TELEFONE 3439-3365. (11:00HS ÀS 20:00HS).
VALOR: R$100,00 POR MÊS.
COORDENAÇÃO: PROFESSORA CLÁUDIA HENSCHEL DE LIMA.


PÚBLICO-ALVO: ESTUDANTES E PROFISSIONAIS EM PSICOLOGIA, FONOAUDIOLOGIA, ENFERMAGEM APLICADA À SAÚDE MENTAL, PSIQUIATRIA.

TÓPICOS CONTEMPLADOS NO CURSO:
1. A CLÍNICA DIFERENCIAL EM PSICANÁLISE: RECALCAMENTO E FORACLUSÃO (NP - NP0).
2. A SINTOMATOLOGIA NEURÓTICA NA CLÍNICA DIFERENCIAL.
3. A CLÍNICA DA PSICOSE A PARTIR DA FORACLUSÃO DO NOME-DO-PAI.
4. SINTOMAS CONTEMPORÂNEOS E DESREGULAÇÃO DA LIBIDO: TOXICOMANIAS, DEPRESSÃO, ANOREXIA, BULIMIA.
5. PSICOSES ORDINÁRIAS E CLÍNICA CONTEMPORÂNEA.

APRESENTAÇÃO DE CASO CLÍNICO NA SAÚDE MENTAL: PSICOSE E FORACLUSÃO DO NOME-DO-PAI

INÍCIO: 26 DE OUTUBRO DE 2009.
HORÁRIO: 18:00HS.
FREQUÊNCIA: QUINZENAL
VALOR: R$100,00 POR MÊS.
COORDENAÇÃO: PROF. CLÁUDIA HENSCHEL DE LIMA
INSCRIÇÃO: SECRETÁRIA FLÁVIA PELO TELEFONE 3439-3365.
(TURMAS COM 4 PESSOAS)
LOCAL: AVENIDA PADRE ELIAS GORAYEB 15, SALA 207. TIJUCA (PRÓXIMO À ESTAÇÃO DO METRÔ SAENS PENA)

OBJETIVO:
SUPERVISÃO VOLTADA PARA OS IMPASSES DA CLÍNICA CONTEMPORÂNEA, VERIFICADOS NA SAÚDE MENTAL:

TÓPICOS QUE SERÃO COTEMPLADOS NA SUPERVISÃO:

1. CONSTRUÇÃO DE CASO CLÍNICO
2. PSICOSE E FORACLUSÃO: A PRIMEIRA CLÍNICA DE LACAN.
3. FENÔMENOS ELEMENTARES.
4. DIREÇÃO DE TRATAMENTO.

ABERTURA DE NOVA TURMA DE SUPERVISÃO